2007/02/21

Berlioz, Debussy, Ravel e Berio visitam Wien

As obras de Debussy e Ravel são do mais fino, inteligente e inspirado produto que in alguma vez foi criado em toda a arte.
As más orquestras deveriam abster-se de abordar obras que exigem não unicamente um domínio técnico perfeito, mas também grande musicalidade e uma muito específica capacidade de expressão.
A Concertgebouworkest foi a Wien (17 e 18 Fevereiro) fazer o mesmo programa (e os mesmos encores...) que apresentou em vários países da Europa, a saber: uma abertura de Berlioz que foi um trabalho de vanguarda para o seu tempo; La Mer de Debussy; as Folk Songs de Luciano Berio e La Valse de Ravel.
Tenho de dizer uma coisa: apesar de não gostar da teatralidade e da frequente superficialidade com que Mariss Jansons aborda algumas das grandes obras musicais, ao
andar pela Europa a tocar este repertório, está a fazer um grande e excelente trabalho pela Arte. A Concertgebouworkest não é uma orquestra qualquer...
Mas há mais: a leitura que Jansons e orquestra da qual é o condutor-chefe fizeram da Valse de Ravel, que é o mais genial "poema-coreográfico" alguma vez concebido, obra com a qual, e muito bem, terminaram o programa anunciado e a tourné europeia (não contando com os dois encores finais...), foi uma das leituras mais bem conseguidas que jamais escutei, incluindo os registos em disco.
Igualmente as Folk Songs tiveram, pela voz da contralto Elīna Garanča, que foi brilhante, uma leitura do mais alto nível, que deveria ter sido gravada e editada em cd, assim como La Valse de Maurice Ravel.
Se a abertura de Berlioz foi perfeita, já no que toca à leitura de La Mer teria algo a observar. O primeiro o segundo quadros foram bem interpretados, trabalhando-se as impressionantes sonoridades inventadas por Debussy que encontraram na orquestra do Concertegebouw os intérpretes que o compositor gostaria de ter escutado, já no que toca ao terceiro e último quadro entendo ter-lhe faltado "electricidade" e vigor, tendo isto sido patente no enunciado do motivo inicial, que também pecou pela falta de clareza rítmica.
Mas, basicamente, a Concertgebouworkest e Mariss Jansons ofereceram-nos um repertório genial, inteligentemente escolhido e brilhantemente interpretado. O concerto do dia seguinte foi preenchido com as terceiras sinfonias de Schubert e Bruckner, e correspondeu ás espectativas. Quanto a mim, achei a leitura de Schubert genial. Já no que diz respeito a Bruckner, confesso que dois dias depois de ter escutado a sétima sinfonia dirigida por Boulez, esta terceira me deixou um certo sabor a incompletude. AST













Pronti anche alla guerra

Il presidente Ahmadinejad afferma che il programma di arricchimento dell'uranio è come "un treno in corsa senza freni". E il viceministro della difesa aggiunge: "Non temiamo nulla". Negli Usa, molti generali pronti a dimettersi in caso di attacco a Teheran

http://www.repubblica.it
25 febbraio 2007












Critiquer sinon le fond, mais la façon dont a été géré, ici, le dossier nucléaire iranien n'est pas sans risque. Pour l'avoir fait, le journal en ligne Baztab (228 000 visiteurs par jour en temps normal), qui n'a pourtant rien de réformiste, est "filtré" depuis huit jours. "Au nom du réalisme qui a sauvé la République islamique durant vingt-huit ans, nous avons critiqué les positions rigides du président Ahmadinejad sur le nucléaire. Etre obstiné ne résout rien", explique Fouad Sadeghi, l'un des fondateurs de Baztab en 2002. Et de raconter qu'en Iran, les élites prennent au sérieux l'éventualité d'une attaque.

Baztab a publié des articles expliquant les enjeux nucléaires et des listes de sites "sensibles". "Pas pour affoler les gens, mais pour les prévenir au cas où...", explique M. Sadeghi. Le journal a aussi fait le récit d'une réunion secrète, il y a quinze jours, entre M. Rafsandjani et des parlementaires. M. Rafsandjani leur aurait raconté une rencontre entre le Guide suprême de la révolution, l'ayatollah Khamenei, et M. Ahmadinejad. Comme ce dernier disait : "Aucun risque, ils n'attaqueront pas", le Guide aurait répondu sèchement : "Non, c'est sérieux."

www.lemonde.fr
24.02.07 | 13h33













Allo stadio di Kabul 25 mila mujaheddin gridano: "Morte ai diritti umani"

Corrieri della Sera, Sabato 24 Febraio 2007, pag 15













Korruption in der EU

Dramatische Skandalfälle zwingen Kommissar zum Handeln

Heute, 21 Februar 2007














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