2004/07/26

MORREU O GENIAL E PARADIGMÁTICO MAESTRO CARLOS KLEIBER


Wed - July 28, 2004
Grave in Slovenia


The following information is from Slovenia;
Konjšica - a little hamlet (150 resident cca) in Zasavje Hills Region,
on the right side of Sava river, 55km to the East from Ljubljana,
Slovenia, placed over a narrow passage, 480 m above sea level.
Parish: Šentjurij - Podkum
Succursal at place: The Sv. Jernej (St. Bartholomäus) church (cemetery).
in: www.thrsw.com




























UM RECITAL DE PIANO E DOIS SERÕES COM DANÇA

Por Álvaro Teixeira



O Festival de Sintra trouxe-nos na edição deste ano, incluído numa programação heterógena, o pianista Nicholas Angelich que nos ofereceu na primeira parte do recital excertos da 1ª parte dos "Années de Pélerinage" de Liszt. Surpreendeu-nos a lentidão da interpretação em que o pianista transformou "lentos" em "largos" que causaram algum aborrecimento no auditório. Surpreendeu-nos também, vindo da parte de um pianista actual, a falta de critério na utilização do pedal que muitas vezes criava uma amálgama incompreensível de harmonias. Surpreendeu-nos a linearidade da interpretação, sem dúvida com momentos de poesia bem conseguidos ("Au bord d'une source", por exemplo) mas que em meu entender não compensaram a monotonia da "Pastorale" ou a amálgama das oitavas embrulhadas por um pedal pouco criterioso em "Orage". Em "La Vallée d' Obermann" voltamos, logo ao início (Lento assai), a um andamento pretensamente contemplativo numa peça que pouco tem de metafísica (apesar de se saber que o compositor aspirava a isso, coisa que só consegue nas suas últimas e impressionantes obras), seguido de um "piu lento" quase insuportável que no "presto" se vingou (novamente) num pedal a fundo que causou uma sensação de descontrole harmónico e falta de nitidez pouco comum em pianistas de "top" da actualidade.
Na segunda parte, com a "Kreisleriana" de Schumann, Angelich compensou-nos em alguma medida do descalabro da primeira parte. No entanto e para além dos ambientes mágicos que conseguiu criar, este artista deixou-me uma sensação de "dejá vu", neste caso de "já escutado". Aqueles ambientes Schumanianos são demasiados parecidos com as interpretações já históricas de Maria João Pires, o que me leva a questionar a singularidade artística de Angelich.
Para rematar, dois extras de Chopin numa interpretação algo superficial em que foi dada primazia a jogos de sonoridades e subtilezas tímbricas que se tivessem sido bem aplicados ao Liszt da primeira parte talvez tivessem um resultado bem mais convincente e adequado ao tipo de obra. Um Chopin plásticamente bem conseguido mas que se afasta daquilo que acreditamos ser a "substância" da interpretação desta música.






No dia em que faleceu o grande músico e guitarrista Carlos Paredes, o Festival de Sintra ofereceu-nos uma "soiré" com dez dos melhores bailarinos do British Ballet.

De entrada uma coreografia de William Tuckett (Puit-a-Beul) em que as sonoridades celtas se misturaram com danças aparentemente inspiradas em tradições folclóricas (celtas?).

Segue-se "The Dançe House..." de David Bintley em que a música de Chostakovich é re-lida por um neo-classicismo em meu entender "demasiado clássico" (apesar de ser de 1995...), que não deixou no entanto de ser um momento agradável no conjunto dos trabalhos apresentados.

No entanto foi Christopher Wheeldon que com a sua coreografia "Tryst..." de 2002 nos trouxe (finalmente!) algo de contemporâneo e bem conseguido.

O mesmo direi de "Qualia" de Wayne McGregor que com esta coreografia de 1995 demonstrou ser um artista contemporâneo dotado de uma criatividade no mínimo interessante e inteligente.

Dos trabalhos de Frederick Asthon só me cabe dar notícia de alguém que nos finais do século vinte coreografa como se estivesse no século XIX, o que nos deixou de alguma maneira perplexos dada a absoluta falta de criatividade denotada pelas duas obras deste coreógrafo inglês "famoso" que nos foram apresentadas.


Finalmente compete-nos referir que sempre que se utiliza um suporte sonoro não basta dizer o nome do compositor. É necessário colocar-se o nome das orquestras e respectivos directores, solistas e outros intérpretes, coisa que não constou nos programas distribuídos.





Dia 31 de Junho foi a vez da Companhia Nacional de Danza 2, de Espanha.

Das três coreografias apresentadas tenho de realçar Holberg Suite de Tony Fabre. Francamente interessante e inteligentemente construída esta peça conseguiu aproveitar, partindo de uma estética contemporânea bem afirmada, as sonoridades e os ritmos clássicos. Uma obra totalmente conseguida e de interesse indiscutível.

Quanto ás duas coreografias de Nacho Duato, para além da futilidade de um neo-classicismo praticamente esgotado há também a futilidade dos cenários. Na primeira (Arenal), em que se utilizam sonoridades "latino-americanas" com música de Mª del Mar Bonet, aparecem umas estelas que não são nem Maias nem Incas e provávelmente não são nada. Puro objecto decorativo. Na segunda (L'Amoroso), apresentam-se uns horizontes com uns sóis obscuros que evidentemente também só têm função decorativa. Os movimentos são os habituais com poucas variações daqueles que coreografam "neo-clássico". Já Tony Fabre utiliza os figurinos como objecto cenográfico num cenário desprovido de tentações decorativistas. Também as luzes de Nicolás Fischtel preenchem cenográficamente o espaço despojado de acessórios dispensáveis que correm o risco de se tornar ridiculamente folcklóricos como em Arenal ou kitsch como em L'Amoroso.
Básicamente um grande trabalho (o de Fabre com Fischtel nas luzes) enquadrado por duas obras medianas, que apesar de tudo não deixaram de agradar ao público. Evidentemente...

Novamente não foram indicado os intérpretes musicais (um dos registos utilizados é mesmo uma versão "referência" relativamente recente) o que demonstra a total incapacidade da SPA em controlar e fazer respeitar os direitos de autor.



















ESTRENO SUDAMERICANO DE “UBÚ REY” DEL GRAN COMPOSITOR POLACO KRZYSZTOF PENDERECKI

La ópera está basada en la obra de Alfred Jarry, pieza fundacional del Teatro del Absurdo

El próximo jueves 5 de agosto a las 20.30 en función de Gran Abono se realizará el estreno sudamericano de Ubú rey, ópera bufa del compositor polaco Krzysztof Penderecki, quien se encuentra en nuestro país para dirigir un concierto de la Orquesta Filarmónica de Buenos Aires.
La dirección musical estará a cargo de Jacek Kaspszyk (5, 6, 7 y 8), Director General y Artístico del Gran Teatro Nacional de Varsovia, e Iwona Sowinska (10), quien dirigió junto a Helmuth Rilling el estreno europeo del Credo de Penderecki. La régie será de Georges Delnon, director del Teatro de Mainz y fundador del grupo Atelier 20 dedicado a la música y teatro contemporáneos. La escenografía corresponde a Evi Wiedemann, el vestuario a Alicia Gumá y la iluminación a Luis Pereiro. Participará la Orquesta Estable del Teatro Colón.
Cantada en alemán, su idioma original, la ópera contará con la participación del tenor Pawel Wunder, quien ha interpretado en varias ocasiones al Padre Ubú, Marcela Pichot (5, 7, 10) y Mónica Ferracani (6, 8) quienes alternarán en el difícil papel de Madre Ubú, Christian Peregrino como el rey Wenceslao y Eleonora Sancho como la reina Rosamunda, encabezando un vasto elenco de veintisiete voces solistas.

Ubú rey está basada en la obra teatral homónima de Alfred Jarry, considerada como el primer exponente del Teatro del Absurdo, que luego desarrollarían Eugene Ionesco y Samuel Beckett. La pieza tuvo su primera representación a cargo de las Marionetas del Teatro de las Phynanzas en diciembre de 1888 en Rennes, en la casa de los hermanos Morin cuando Jarry contaba con 15 años de edad, y fue estrenada en París el 10 de diciembre de 1896 con actores provistos de máscaras. La grosería del texto causó gran escándalo, abucheos y silbidos. La presencia de este Padre Ubú ignorante, incapaz, despreciable que, presionado por la ambición de su mujer es capaz de adueñarse del r para luego eliminar a todos los que contribuyeron a ubicarlo en el trono de Polonia, termina siendo una sátira cruel de una realidad agobiante, un mundo de locura y absurdo que envuelve a la humanidad.
Penderecki venía conversando desde 1972 con Günther Rennert para dar vida a este personaje en la Ópera de Munich. La muerte de Rennert en 1978 interrumpió su labor. Solamente conservó el libreto que había trabajo con Jerzy Jarocki. Diez años más tarde retomó el tema al ponerse de acuerdo con August Everding y la ópera bufa Ubú rey se estrenó finalmente el 6 de julio de 1991 en la Bayerisches Staatsoper de Munich, dirigida por Michael Boder.

Se realizarán cinco funciones: jueves 5 de agosto (Gran Abono), viernes 6 (Abono Nocturno Tradicional), sábado 7 (Abono Especial), y martes 10 (Abono Nocturno Nuevo) a las 20.30, y domingo 8 (Abono Vespertino) a las 17.00.

La conferencia previa, con entrada libre y gratuita, estará a cargo de Jaime Botana y se realizará en el Salón Dorado el mismo jueves 5 a las 17.00.

El Ubú Rey : argumento

Padre Ubú, incapaz, cobarde, de mente estrecha y, sin embargo, megalómano, es instado por su esposa a matar al rey Wenceslao de Polonia, y usurpar el trono. Con falsas promesas, gana para su empresa al capitán Bordura, el más importante de los confidentes del rey. Tal como anunciaban las profecías de la reina Rosamunda, esposa de Wenceslao, la familia real es destruída: el rey es asesinado y Rosamunda y su hijo Bugrelao logran escapar. El pueblo celebra a su nuevo líder, el rey Ubú.
Sin embargo, una vez en el poder, Ubú recompensa pobremente a sus aliados: Bordura es arrojado a un calabozo, la nobleza es diezmada y sus riquezas confiscadas, el sistema judicial y el ministerio de finanzas son eliminados y el pueblo es abrumado por exorbitantes impuestos que el propio Ubú se encarga de cobrar.
Mientras tanto, el capitán Bordura realiza una alianza con los zares. El resultado es una inevitable guerra, en la que Ubú mata a Bordura, pero los zares obtienen la victoria. Ubú llama a la retirada y huye con sus guardaespaldas, mientras la Madre Ubú toma control del tesoro. Ambos se encuentran poco después, se embarcan junto a los guardaespaldas y deciden navegar hacia una tierra que sea digna de ellos: “No te preocupes por la tierra hacia la cual navegamos. Sin duda, será una tierra en la que la libertad sea igual a la hermandad, sólo comparable con la equidad de la justicia y la justicia del mal. Una tierra inusual, digna de recibirnos”.


Comentario
Por Georges Delnon

“Polonia, en otras palabras, en ningún lugar”, escribió Alfred Jarry (1874-1907) –esto, sin, embargo, no alteró el hecho de que esta obra de teatro surrealista, estrenada en 1896 en París y antecedente directo del teatro del absurdo, fuera censurada después de la Segunda Guerra Mundial en la patria de Penderecki como anti-polaca, y sólo fuera representada en forma secreta por grupos de estudiantes de teatro–. El primer contacto de Penderecki con Ubú rey se remonta al año 1963, cuando vio la obra representada por el Teatro de Marionetas de Estocolmo con dirección de Michael Meschke. El texto original para la versión de Ubú rey con marionetas era la farsa de 1888 Los polacos, interpretada por Alfred Jarry y sus compañeros de estudio.
Los planes para una ópera basada en este material se desarrollaron al final de la década de los ’60, en discusiones entre Penderecki y Günther Rennert, en ese entonces director de la Ópera Estatal de Baviera. En 1972, Penderecki comenzó a trabajar en Ubú rey en forma intermitente, pues no estaba muy convencido acerca del ambiente musical de esta opera buffa.
La muerte de Günther Rennert en 1978 causó una prolongada brecha en el proyecto. Los planes para el estreno de la obra en el Palais Garnier de París fueron abandonados, y la intención de completar la pieza para fines de 1970, para el Festival de Schwetzinger en cooperación con la Radio del Sur de Alemania, quedaron en nada a raíz de los acontecimientos políticos ocurridos en Polonia (la declaración de la ley marcial): en lugar de una opera buffa, Penderecki escribió el Réquiem polaco. Sólo el libreto, realizado en colaboración con Jerzy Jarocki, sobrevivió todas estas etapas preliminares y creó la base de Ubú rey, que fue terminada en 1991, por sugerencia de August Everding.







Coproducción de Muziektheater Transparant de Bélgica y el Centro de Experimentación

SUBE A ESCENA “JAKOB LENZ”, ÓPERA DE CÁMARA DEL COMPOSITOR ALEMÁN WOLFGANG RIHM

El próximo domingo 1° de agosto a las 17.00 se presentará en la Sala del CETC la ópera de cámara Jakob Lenz, compuesta por Wolfgang Rihm con libreto de Michael Fröhling, basado en Lenz de George Büchner. Será una producción de Muziektheater Transparant y el Centro de Experimentación del Teatro Colón, en co-producción con el teatro La Monnaie (Bruselas) y De Singel (Amberes), y con el auspicio del Instituto Goethe.

Cruzando los límites entre la ópera y el teatro musical, la compañía Muziektheater Transparant coloca la voz en el centro de sus proyectos, combinando constantemente lo antiguo y lo nuevo y ofreciendo a los músicos contemporáneos la posibilidad de llevar adelante sus nuevos trabajos.
La dirección musical de Jakob Lenz es de Alejo Pérez, director fundador del Ensambles XXI, agrupación dedicada a la música contemporánea. En la régie, la belga Caroline Petrick propone una puesta minimalista, "fílmica" -como ella misma dice-. Petrick hace de los trece actos de la ópera de Rihm un drama por estaciones: una suerte de vía crucis por la música de Rihm, ofreciendo un contrapunto a su ímpetu. Al mismo tiempo, concibe un segundo plano en que el construye un diálogo a la distancia con la prosa original de Büchner, rescatando los cambios de perspectiva en su narración.
El diseño de iluminación corresponde a Alejandro Le Roux, la escenografía a Minou Maguna, el vestuario a Marcelo Salvioli y el diseño sonoro a Andrés Cabaleiro.
Participará un elenco internacional integrado por el barítono Hagen Matzeit como Lenz, el bajo Marek Gastecki como Oberlin y el tenor Lorenzo Caròla como Kaufmann, un coro y coro de niños, acompañados por una orquesta de cámara conformada con destacados músicos.
Un compositor que se ha consagrado en la reconciliación de géneros es Wolfgang Rihm (Karlsruhe, 1952). Discípulo nada menos que de Karlheinz Stockhausen, primero, y de Klaus Huber después, ha compuesto más de cuatrocientas obras, para todos los géneros musicales, y se ha convertido en uno de los compositores alemanes más prolíficos de su generación y de mayor prestigio internacional. Máquina Hamlet, sobre texto de Heiner Müller, La conquista de México y Séraphin, ambas de Antonin Artaud, son sólo algunas de sus últimas creaciones operísticas. Paul Celan fue otro de sus poetas predilectos.
Jakob Lenz fue estrenada en la Opera de Hamburgo en 1979. El libreto de Michael Fröhling descansa en Lenz, la biografía del poeta y novela inconclusa del genial Georg Büchner, un pionero del realismo psicológico y no menos precursor en hablar de ciertos males de la sociedad. En Buenos Aires se estrenó en el Teatro Municipal General San Martín en 1982.
En esta expresiva ópera de cámara, Rihm rompe con los tabúes modernistas y retoma las formas tradicionales, pero dándoles nueva fuerza vital, por momentos, apocalíptica. Su música fluctúa entre dos polos estáticos; va y viene alrededor de un acorde central – desgarrador - que parece simbolizar el espíritu del desconcertado poeta romántico Jakob Lenz y perpetuar su obsesión por Friedericke Brion, la amada de Goethe. Jakob Michael Reinhold Lenz (1751 - 1792) fue una de las figuras ejemplares del Sturm und Drang (tempestad e ímpetu), movimiento literario y artístico alemán que desafió a la razón ilustrada y precedió al romanticismo.

Se realizarán cinco funciones: el domingo 1° de agosto a las 17.00, el martes 3, miércoles 4, viernes 6 y sábado 7 a las 20.30 en la Sala del Centro de Experimentación (Viamonte 1185).
Las localidades a $5 pueden adquirirse en la Boletería del Teatro Cólon (Tucumán 1171) con dos días de anticipación. Informes 4378-7344




ARGUMENTO

En los alrededores del Rin.
Abrumado por voces y extrañas apariciones, Lenz desespera. “Oh, espíritu, que vives dentro de mí, ¿dónde has estado, que ahora llevas tanta prisa?” Como si escapara de esas voces, o de sí mismo, y al mismo tiempo buscara algo, disociado en mente y espíritu, el poeta atraviesa valles y montañas para llegar a la casa del párroco y filántropo Oberlin. El párroco lo descubre mientras se baña en una fuente de agua helada y lo invita a su casa, ofreciéndole una habitación donde reposar. Lenz no puede conciliar el sueño: una y otra vez se le aparecen esas imágenes siniestras que lo atormentan. Exasperado, ávido de palabras expiadoras, tampoco logra crear versos. Y otra vez se baña, como si quisiera purificarse o purificar su espíritu ¿de la frivolidad de los hombres?, ¿o para “terminar muriendo por este mundo que tan poco lo conoce”?
Cuando parece que los fantasmas se han ido, Lenz sale a dar un paseo junto con Oberlin. En el camino encuentran campesinos y niños jugando. Al igual que Oberlin, también él quiere predicar para ellos. Ahora se siente el hijo de Dios.
De regreso encuentran, para sorpresa de Lenz, a su viejo amigo Kaufmann, a quien la familia del poeta envió para llevarlo de vuelta a su casa. Pero Lenz, desconcertado, sigue sin encontrar su verdad: “las mentiras al poeta la realidad le arrebatan / y sólo lo contentan mientras por ciertas las tenga”. Descree de los poetas, descree del mundo, y no confía en Kaufmann: escapa.
Desconsolado por la noticia de la muerte de su amada Friedericke, Lenz regresa a casa de Oberlin con la esperanza de que éste le procure sosiego. Pero el párroco ya no puede dar respuesta a sus preguntas. Y otra vez surgen las voces, los espíritus, las apariciones: cuando cree ver a Friedericke en el cuerpo de una niña muerta, se lanza sobre ella intentando reanimarla. “¡Levántate y anda!”, clama en vano junto al cuerpo frío, y huye perturbado sin rumbo cierto. Quien lo encuentra esta vez es Kaufmann, pero todo intento por ayudarlo es en vano. Lenz no percibe el mundo a su alrededor, sólo escucha las voces. De regreso a casa de sus padres, en el camino no hace más que repetir incesantemente “consecuente, consecuente, consecuente”. Parece física y mentalmente acabado. Lenz, ¿ha encontrado su verdad o está condenado a vivir enamorado de su sentimentalismo?














AVENIDA BALLET GALA (Buenos Aires)



Espectáculo coreográfico con la participación de Alejandro Parente, Maricel de Mitri, Dalmiro Astesiano, Genoveva Surur y otras primeras figuras de la danza

El próximo viernes 30 de Julio a las 20.30 en el Teatro Avenida (Av. de Mayo 1222) un elenco de destacados bailarines ofrecerá Avenida Ballet Gala, en la que interpretarán una exquisita selección de los más bellos pas de deux del repertorio clásico, y Paquita y el pas d´action de La Bayadera, dos obras maestras del gran coreógrafo francés Marius Petipa.

En la gala participarán primeros bailarines y solistas del Ballet Estable del Teatro Colón, entre los que se destacan Alejandro Parente, Maricel De Mitri, Dalmiro Astesiano, Leonardo Reale y Martín Miranda, y del Ballet Estable del Teatro Argentino de La Plata como Genoveva Surur, Nadia Muzyca y Víctor Filimonov. La intención de este espectáculo es hacer confluir en el escenario a figuras ya consagradas de la danza en un encuentro con los nombres más sobresalientes de las generaciones en formación, con la presentación de nuevos bailarines como Natalia Pelayo, Anina Basile y Paula Elizondo, recientes egresadas del Instituto Superior del Teatro Colón, cubriendo roles de primeros bailarines, solistas y en el cuerpo de baile.

El programa estará integrado por varias obras coreográficas de Marius Petipa, considerado como el creador del estilo académico durante la Rusia zarista y principal figura del Ballet Imperial de San Petersburgo durante más de treinta años.
Paquita, con música de León Minkus, tendrá como primeros bailarines a Nadia Muzyca y Dalmiro Astesiano. El “Pas d'action” del primer acto de La Bayadera (también de Minkus-Petipa) estará a cargo de Genoveva Surur y Víctor Filimonov. En ambas piezas participarán bailarines solistas y cuerpo de baile.
Surur y Filimonov bailarán también el pas de deux Cisne negro del tercer acto de El lago de los cisnes de Tchaikovsky con coreografía de Petipa. Por su parte, Leonardo Reale y Natalia Pelayo interpretarán el pas de deux del Pájaro azul de La bella durmiente del bosque (Tchaikovsky-Petipa). Reale, esta vez con Paula Elizondo, bailará también El corsario (Drigo-Petipa).

Además, los bailarines ofrecerán otras bellas piezas del repertorio clásico, como La Esmeralda (Drigo-Petipa) a cargo de Alejandro Parente y Maricel De Mitri, y Diana y Acteón (Drigo-Petipa/Vaganova), en el que los personajes mitológicos serán interpretados por Dalmiro Astesiano y Nadia Muzyca. Martín Miranda junto a Noemi Szleszynski bailará La Sylphide (Levenskhold-Bournonville) y con Anina Basile el pas de deux de La Cenicienta de Sergei Prokófiev, con coreografía de Claudio Longo.

El programa incluirá también el Adaggio del Acto II de Giselle (Adam-Coralli/Perrot), interpretado por Maricel De Mitri y Alejandro Parente.

Los solistas de Paquita y del "Pas d'action” de La Bayadera serán Miriam Barroso, Aldana Bidegaray, Constanza Colombo, Natacha Bernabei, Paula Elizondo, Pablo López, Matías Santos, Laura Domingo, María Clara Da Silva, Sabrina Wehner, Myriam Sosa y Julieta Morchio. El cuerpo de baile en Paquita estará integrado por Marisol Alonso, Paula Casano, Camila Morchio, Inés Rivero, María Clara Da Silva, Julieta Morchio, Laura Domingo y Sabrina Wehner.



















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