2008/06/13

53,13% votaram

Segundo os resultados finais oficiais, divulgados esta tarde em Dublin, os dois campos ficaram separados por cerca de 109 mil votos, tendo a taxa de participação sido fixada nos 53,13 por cento dos eleitores inscritos (pouco mais de três milhões de inscritos), confirmando assim os prognósticos de que uma abstenção elevada beneficiaria o “não”. In ultimahora.publico.clix.pt, 13.06.2008, 17h20


"Opciones"

Ante la negativa irlandesa, las opciones que se abren a la UE son varias. Por un lado, puede olvidarse del Tratado, dejar las cosas como están prorrogando el tratado de Niza, diseñado para la Europa a 15, e intentar poner en marcha Lisboa en mejor momento. Significaría esta opción olvidar un proceso que ha causado enormes quebraderos de cabeza a la UE: empezando por el difícil parto de la Constitución y siguiendo por el rechazo inesperado en Francia y Holanda a este texto; la rebaja para hacerlo asumible a todas las capitales y finalmente, el proceso de ratificación, en el que sólo Irlanda se aventuró al referéndum.

Otra de las opciones, quizá más viable (??? - interrogações nossas), es que Irlanda repita la votación en unos meses, tiempo en el que el Gobierno de Brian Cowen tendría que hacer una extensa labor pedagógica para que sus ciudadanos den su visto bueno a un texto que hoy por hoy no entienden (?!!! in sério? - comentário nosso) y que les genera dudas sobre aspectos como la tradicional neutralidad irlandesa y sobre la pérdida de peso del país en las instituciones europeas. AGENCIAS / ELPAIS.com - Dublín / Madrid - 13/06/2008


Los irlandeses dan la espalda al Tratado de Lisboa

DUBLÍN (IRLANDA) - El ministro irlandés de Justicia e Interior, Dermot Ahern, ha aceptado en la Radiotelevisión Irlandesa (RTE) la victoria del "no" en el referéndum sobre el Tratado de Lisboa celebrado este jueves.
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En las últimas horas, la clase política irlandesa había redoblado sus esfuerzos para promover el sí, azuzada en parte por la encuesta que el viernes publicó el diario 'The Irish Times' y que por primera vez ponía al no por delante con una ventaja del 5%.

Muchos analistas llamaron entonces la atención sobre el alto número de indecisos (un 28%) y algunos políticos –en privado y con la boca pequeña– se relamieron pensando que el sondeo era en realidad un regalo del cielo que serviría para dar el impulso definitivo al sí y galvanizar a sus propios votantes.

El primer ministro, Brian Cowen, elevó el lunes el tono de la campaña, que hasta ese momento había pilotado con cierto perfil bajo. Le acompañaron un puñado de líderes europeos, que apelaron a la responsabilidad de los irlandeses, a su sentido común e incluso a los fondos comunitarios que han ayudado a transformar lo que hasta hace unos años una nación deprimida en el quinto país del mundo por renta per capita.

Son argumentos que aquí no han sentado bien. "Yo pienso votar que no", dice Anne, taxista, mientras conduce por la autopista que une el aeropuerto con la ciudad, "lo hago por tres motivos: no quiero que Irlanda deje de ser neutral, no quiero que la inmigración baje los salarios y no quiero que Bruselas toque nuestros impuestos".
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Gane o pierda el no, el referéndum será un severo toque de atención a la clase política irlandesa. Todos los partidos del arco parlamentario salvo el Sinn Fein han respaldado el sí al tratado, como lo han hecho los periódicos, los comentaristas y los sindicatos más importantes. Muchos llamarán a partir de hoy a una catarsis y quién sabe si a unas elecciones anticipadas. EDUARDO SUÁREZ In elmundo.es, 13/06/2008, 14:09 (CET)


Comentário

O índice de abstenção no referendo irlandês não foi tão elevado quanto isso: 53% dos inscritos votaram. Em Portugal já houve referendos, e até eleições, bem menos participad@s! O Não irlandês ganhou folgadamente, apesar de todo o género de ameaças, vindas de todos os lados, especialmente desse político que deixou Portugal à beira do abismo - onde perigosamente continua - chamado Durão Barroso, "o homem" do grupo Bilderberg na Europa.

Se os irlandeses soubessem que Durão foi escolhido pelos Bilderbergs e que Trichet esteve na reunião Bilderberg do passado fim-de-semana, teriam votado mais e não teriam votado no Sim. Os militantes do Não ficaram-se por aspectos secundários, alguns enunciados de forma errada, passando ao lado das verdadeiras problemáticas e aberrações da UE como actualmente existe.

Agora vamos lá ver o que acontece porque TODOS os cidadãos se devem sentir com direito a pronunciarem-se sobre um Tratado que modificou ligeiramente uma Constituição que foi rejeitada, nas urnas, em dois países. Consta que Berlim e Paris poderão avançar para uma "Europa a duas velocidades" mas, de acordo com os estudos de opinião realizados, uma percentagem muito substancial dos alemães quer abandonar o Euro e voltar ao Marco. Até quando os governos poderão avançar contra a vontade das populações e qual será o resultado final? Na verdade não é credível que tal aconteça, face aos estudos de opinião que revelam um tremendo cepticismo dos cidadãos em relação a esta UE. A UE de Durão Barroso e do grupo Bilderberg, que instruiram José (Sócrates) Pinto de Sousa, não tem futuro.

Se os Bilderbergs querem uma política mundial secretamente dominada por eles, que escape aos votantes, que se metam todos numa ilha desabitada e que mandem nessa ilha. Secretamente, claro, para manterem o gozo...


Um ditador Bilderberg que não se impressiona

O provocatório e mumificado sorriso com que José Sócrates procurou responder à imensa vaia que o foi receber em Viana do Castelo já não foi bastante para disfarçar o (cada vez mais) indisfarçável isolamento e mesmo revolta que o Povo Português lhe está, justamente, a votar.

A arrogância com que, depois da manifestação de mais de 200 mil trabalhadores em Lisboa no passado dia 5 de Junho, afirmou desdenhosamente "não se impressionar" com tamanho protesto combina bem com o "país do faz-de-conta" com que persiste em nos atirar, qual areia, para os olhos de todos nós.

Na verdade, e à boa maneira de todos os ditadores ao serviço de grandes interesses económico-financeiros, não há dia que passe em que Sócrates não tome mais uma medida contra os mais fracos e os mais pobres e em favor dos mais ricos e mais poderosos.

Como não há dia que passe em que - aconselhado por uma multidão de assessores de imagem, protegido por um núcleo crescente de seguranças, amparado por figurantes contratados e pagos ao dia ou por quadros do Partido Socialista "requisitados" para essa "nobre" missão de bater palmas ao chefe, e publicitado por uma imprensa de onde já há muito foi convenientemente varrido o jornalismo sério e independente e onde, portanto, não há lugar a perguntas incómodas ou a investigação digna desse nome - não venha pregar que vivemos melhor do que nunca, que os portugueses estão felizes, e que os nossos índices de qualidade de vida não cessam de subir.

A um ano das próximas eleições começa mesmo a valer mesmo tudo, inclusive com o Governo em peso, numa altura em que de novo exige ainda mais sacrifícios aos portugueses, a ir viajar, à custa do erário público, para todos os círculos da emigração, na esperança de, mediante mais embuste e manipulação, aí conseguir os votos que já sabe que em Portugal lhe fugirão inevitavelmente.

Do mesmo passo que depois das tiradas demagógicas pró-consumidor nada foi feito por exemplo quanto à Banca (que continua a engordar com lucros fabulosos e que, em nome da "importância estratégica do sector", continua a contar com a completa complacência das entidades de supervisão), mantendo-se todas as práticas abusivas desta, desde as taxas, comissões e cláusulas leoninas até ao abuso da sua posição dominante sobretudo sobre os clientes mais pequenos e mais frágeis.

O Governo PS, do mesmo modo que - unicamente para assim "poupar dinheiro" -, põe a Segurança Social a negar a reforma a trabalhadores a cair de mortos ou altera a lei para restringir, como efectivamente restringiu, o acesso ao subsídio de desemprego, permite que a dívida dos patrões à Segurança Social só no último ano tivesse aumentado cerca de 900 milhões de euros.

Mas Sócrates não se impressiona...

E entretanto, pela Lei 53-A/06, de 29 de Dezembro desse ano, o PS alterou à surrelfa e em defesa dos patrões o dito regime legal, passando agora este a estabelecer que empregador que embolsa em proveito próprio o dinheiro descontado a título de Taxa Social Única no vencimento dos seus trabalhadores só praticará o crime de abuso de confiança se já tiverem passado mais de 90 dias sobre a data do pagamento, se a Segurança Social tiver instaurado execução, se esta tiver notificado o mesmo patrão para pagar no prazo de 30 dias e se este não o tiver feito dentro desse prazo! Tudo razões por que se o patrão prevaricador tiver "bons amigos" na dita Segurança Social que nunca instaurem tais execuções, bem pode meter ao bolso dinheiro que não é dele que nunca será julgado por nenhum crime!?

Isto, enquanto o mesmo Governo de Sócrates, para pagar menos aos mais necessitados, criou uma base de cálculo (o chamado IAS - "Indexante de Apoios Sociais") de valor bem menor (407,01 euros) do que o já miserável salário mínimo nacional (que, como se sabe, é de 426,00 euros para o mesmo ano de 2008).

Mas Sócrates não se impressiona...

Tendo alterado, também no final de 2006, as regras de acesso ao subsídio de desemprego e ao subsídio social de desemprego, Sócrates fez com que um número cada vez menor de trabalhadores tenha hoje acesso a essas prestações sociais (de Julho de 2007 para Maio de 2008 esse número desceu de 263.278,00 euros para 254,135,00, cobrindo agora apenas 59,52% dos desempregados oficiais (427 mil) e 44,36% da totalidade dos desempregados (ou seja, incluindo os 70 400 de "inactivos disponíveis" e os 75 500 de "subemprego invisível", num total de 572 900).

E, mais do que isso, fazendo com que cada vez um maior número de trabalhadores desempregados - porque muitos e muitos deles precários e com contratos de curta duração - não consiga ter o tempo mínimo de contribuições para aceder ao subsídio de desemprego (450 dias nos dois últimos anos) e deste modo tenha apenas acesso ao Subsídio Social, de valor mais baixo.

Com o Governo de Sócrates - o tal que todos os dias nos entra pela casa dentro a repetir à exaustão que "estamos no bom caminho"... - o número dos contratos a termo aumentou drasticamente (entre o 1.º trimestre de 2005 e o 1.º trimestre de 2008 em cerca de 155 mil), enquanto o número dos contratos de natureza permanente, no mesmo período, baixou de 22,6%!

Mas Sócrates não se deixa impressionar...

Desde 2000 até agora, e de forma muito particular entre 2005 e 2008, o peso dos salários no PIB Português baixou sempre, sendo que agora é de apenas 49,3% do total.

E o último Relatório da Comissão Europeia refere mesmo que em Portugal 9% da população (sobre)vive com menos de 10 euros por dia (enquanto a média europeia é de apenas 5%)!

Entretanto, todas as instituições de solidariedade social - aquelas contra as quais o dito Governo Sócrates envia a ASAE para obrigar a deitar fora a comida oferecida pelos cidadãos da zona, das frutas às compotas - se mostram justamente preocupadas com o assustador crescendo de todos os indicadores da miséria social.

O último relatório da AMI di-lo com toda a crueza e clareza: tendo por base os anos de 2003 a 2007, na Grande Lisboa o número de atendimentos aumentou de 2712 para 3729 pessoas. Nesse período 13 926 pessoas recorreram pela primeira vez aos apoios sociais da AMI. O Banco Alimentar contra a Fome apoia regularmente mais de 230 mil pessoas! E a chamada "Sopa dos Pobres", na Av. Almirante Reis, só no 1.º trimestre deste ano distribuiu 51 646 refeições gratuitas a pessoas necessitadas.

A miséria social e a pobreza - que atingem mais de 2 milhões e 200 mil cidadãos - alcançou já e de forma crescente mesmo as pessoas com empregos e correspondentes salários, só que tão baixos que mesmo esses não dão para satisfazer as necessidades mais básicas.

Mas Sócrates continua a não se impressionar...

Os combustíveis são aumentados todos os dias, mas ninguém - a começar pela chamada "Imprensa Económica" - fala do preço dos combustíveis à saída das refinarias e da gigantesca margem de lucro obtida a esse nível pelas grandes empresas petrolíferas.

Enquanto isto, pela primeira vez 4 nomes portugueses de donos de fortunas (representando um total de 8 milhões de euros, ou seja, 4,9% de todo o PIB Português!) passaram a figurar na lista de bimilionários do Mundo da revista americana "Forbes" - são estes, pois, os "homens de sucesso" de Sócrates...

Mas Sócrates, ainda e sempre, não se deixa impressionar...

E os jovens - que são, ou deveriam ser, o futuro de qualquer Sociedade! - são afinal as principais vítimas de toda esta política de encher uma rica e toda-poderosa pequena oligarquia em detrimento da esmagadora maioria que vive do seu trabalho.

Portugal - que tem cerca de duas vezes e meia menos portadores de licenciatura ou habilitação superior do que a média europeia!? - tem afinal o maior desemprego juvenil licenciado da Europa. Temos actualmente 50 mil jovens licenciados na emigração. E temos também um abandono escolar (medido a nível europeu pelo Eurostat com base no indicador das pessoas com menos de 22 anos, que se encontram já a trabalhar e não têm o 12.º ano) 5 vezes superior à média europeia (50% em Portugal, 10% na UE)!

Um terço dos jovens com menos de 34 anos têm contrato precários; os jovens de idade até aos 29 anos ganham apenas 67% do salário base, para o mesmo posto de trabalho, de um trabalhador com 30 ou mais anos.

E, de acordo com as estatísticas do INE relativas à população residente em 2007, pela primeira vez na história recente, Portugal apresenta um salto natural negativo, ou seja, o número de nascimentos foi inferior ao número de óbitos, situação só similar à ocorrida com a catástrofe da gripe pneumónica em 1918! E a população total só não diminuiu em virtude de nesse mesmo ano (ainda) ter havido um saldo migratório positivo de 19 500 pessoas, embora a tendência, com a saída crescente de portugueses, sobretudo jovens, para o estrangeiro em busca de um ganha-pão - seja para a diminuição ou até desaparecimento de tal saldo.

A situação económica e social é de tal modo madrasta - e a "lógica" daí decorrente, de que trabalhadores com responsabilidades familiares e sociais não têm lugar no mercado de trabalho da era da globalização é tão forte - que a taxa de fecundidade (n.º de filhos por mulher fértil, e a qual se considera que, para conseguir assegurar a substituição de gerações, deverá ser da ordem dos 2,1) é em Portugal de apenas...1,3, sendo - pasme-se! - os 28,1 anos a idade média da mãe aquando do nascimento do primeiro filho!

E todavia Sócrates continua a não se impressionar...

Mas deste modo e pela mão do mesmo Sócrates e do seu Governo, Portugal é hoje um país de miséria social crescente, de perspectivas de futuro absolutamente entaipadas para os jovens, de condenação à morte lenta para a grande maioria dos idosos, sem Saúde, e sem Educação, sem Justiça, sem transportes, sem alimentação e sem vestuário e calçado minimamente dignos e aceitáveis para a grande maioria dos cidadãos.

É por conseguinte inteiramente justa a revolta de quantos, tendo acreditado nas promessas eleitorais de Sócrates e julgado que com a sua eleição as suas condições de vida e as dos seus filhos melhorariam, se vêem confrontados não apenas com o oposto do que na altura lhes foi vendido para lhes sacar os votos, como também com a arrogância provocatória de quem invoca os mesmos votos assim fraudulentamente obtidos para continuar a atingir os mais necessitados e a abafar e silenciar os críticos e os adversários.

Como é também absolutamente natural o desespero de quem, querendo trabalhar e dar um futuro melhor à geração seguinte, se vê não apenas lançado no desemprego, na miséria e na fome, como autenticamente escarrado pela propaganda oficial que todos os dias lhe entra casa adentro, pintando um país cor-de-rosa que nada tem que ver com a negra realidade do seu dia-a-dia e afirmando "não se impressionar" com os mais do que justos protestos.

Mas é também importante que se vão tirando outras ilações:

A primeira é a de que, hoje tal como ontem, nada cai do céu e que, para defenderem as suas justas aspirações, os cidadãos só têm uma arma ao seu alcance - unirem-se, organizarem-se, criarem comissões de representação e de luta, elegerem representantes que respondam directamente perante eles, e que possam a todo o tempo ser livremente eleitos e livremente destituídos.

E lutar, lutar sempre, sem desfalecimentos e sem oportunismos, por aquilo que é justo e correcto!

A segunda é a de que pouco ou nada valerá lutar e alcançar o derrubamento de Sócrates e do seu Governo reaccionário, se tal for apenas para lá pôr outro igual ou pior - é nessa cantilena do "mal menor" ou do "voto útil" apenas nos dois Partidos do Bloco Central (PS e PSD) que desde há mais de 20 anos os portugueses vêm caindo, e cada vez mais o circo se repete - um ganha as eleições criticando o outro e prometendo ir defender os interesses do Povo, e mal se apanha no Poder passa a fazer exactamente o contrário do que prometera, agindo ainda pior do que o Governo que viera substituir, e assim sucessivamente.

É, pois, tempo de mudar e a mudança tem de ser buscada - digam os "analistas", "especialistas, "cronistas" e outros ideólogos do sistema pagos à linha o que disserem - fora desse arco do Poder. E afinal é isso mesmo que as pessoas instintivamente sabem que deve ser feito quando dizem - como hoje se ouve cada vez mais pelas ruas - que "o que é preciso é outro 25 de Abril, mas desta vez... a sério !".

Por fim, sobretudo agora quando os oportunistas do costume começam a tentar apostar numa espécie de "união nacional dos socialistas descontentes", importará também recordar que se o País está a viver o desastre em que se encontra tal se deve, também e em larga medida, à circunstância de, quando Sócrates ganhou as eleições, tais oportunistas terem proclamado aos sete ventos que essa fora a vitória da "esquerda". E agora essa pseudo-esquerda que tanto glorificaram, apoiaram e até ajudaram a manter no Poder mostra a sua verdadeira face...

Quem tinha, pois, razão era a opinião, mais do que minoritária - e por conseguinte sem direito a ser ouvida nesta democracia de opereta - que na altura e contra ventos e marés logo então afirmou claramente que a vitória de Sócrates era antes a vitória da Direita, era a vitória do grande Capital Financeiro que com as promessas do PS conseguiu levar para o seu campo a pequena e a média burguesia, os sectores intermédios da sociedade e até um certo sector dos operários.

Agora que a nau mete água por todos os lados e que é cada vez mais natural que - perante o isolamento e desmascaramento crescentes de Sócrates e dos seus sequazes - a Alta Finança comece à procura de uma outra força política que lhe sirva de "comité de negócios", valerá a pena não esquecer onde conduziu então esse oportunismo de ocasião, a sua proclamada desvalorização das ideologias e a lógica de, em vez de mobilizar o Povo para um Programa Estratégico de salvação do País, procurar apenas cavalgar o descontentamento popular e capitalizar mais alguns votos e obter mais alguns lugares no Parlamento.

É tempo, pois, de o Povo Português não mais se deixar impressionar por Sócrates e pelo séquito de assessores, informadores e aduladores e fazer História, fazer a História que se faz aos ditadores - derrubando-os! António Garcia Pereira In semanario.pt, 2008-06-12, 22:51


E a Manelinha?

Este país tem andado de cabeça para baixo.
Foram os Pescadores, os camionistas, faltaram os combustíveis e esvaziaram-se prateleiras de Supermercados e desta Senhora (Manuela Ferreira Leite), deste partido (PSD), desta oposição não soubemos nada.
O Mendes, o Santana e o Menezes podiam dizer disparates, é um facto, mas marcavam uma posição.
Da Manelinha não há notícias, não há posição, não há nada.
Tem medo que saibamos que concorda com o Engenheiro?
Ou não sabe mesmo se concorda ou não?
Ou tem medo de dizer o que faria?
E o Sr. Silva, também não diz nada?
Recordações, talvez, da carga policial da ponte durante o buzinão.
Sem dúvida é bem mais fácil dar sermões sobre a Raça de Elites que escreverão a gloriosa história do amanhã.
Esta é a oposição, o partido de alterne que supostamente deve substituir o governo do Engenheiro?
Ou será que já receberam instruções dos Bilderberg para deixarem os Sócretinos, reinarem durante mais quatro anos? In broncasdocamilo.blogspot.com, Junho 12, 11:52 PM


Graceful degradation: variations

Heribert Friedl, John Hudak, Jason Kahn, Kenneth Kirschner, Steve Roden, Steinbrüchel e Ubeboet: sd-001: graceful degradation: variations. «As a continuation of the graceful degradation of my original recordings i asked seven artists to use the material in their own ways to create a new piece. Each artist put the material into their systems of working with sound and came up with the results featured on this album. I am very honored to have their contributions and pleased to present them on this first release on sourdine. Available for download for a limited time, these are the five compositions which were used as source materials for the compositions featured on graceful degradation: variations» - Asher Thal-nir In jazzearredores.blogspot.com, 12.6.08

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